This man knows how to put down in words the very best of his heart .. And, for sure, that translate a lot of other states of mind ..

@1 year ago
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gourmetsounds:

Hold on, I’m coming back Vancouver! I love 60’s soul and R&B, it’s just the tits. Sam & Dave were and american soul and rhythm and blues duo who performed together from 1961 through 1981. Go get the album Sam & Dave: The Definitive Soul Collection!

-The Flavs

@1 year ago with 3 note and 10 play
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fuckyeahsurf:

(via iandbanana)
@1 year ago with 131 notes
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(via fuckyeahsurf)

(via fuckyeahsurf)

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Did you really emancipate yourselves from mental slavery?

Fico divagando, algumas horas mesmo com pensamentos destrutivos, sobre o que deturpa nossa mente. E eu tenho um medo absurdo de soar moralista ou conservador, quando esse assunto é tratado. Tantas coisas que há cinquenta anos era diferente e hoje em dia debandou para o lado do absurdo.

Ajoelhar no milho, palmatória. Meios óbvios de coerção física para um fim sancionatório. Mas, diante de tudo que eu vejo hoje, será que isso era necessário ? Diante do alargamento de nossas “consciências” (e aqui vai as aspas gigantes), aquela responsabilidade que a idade traz, será mesmo possível que tudo o que anda em descaso com a mentalidade é real ou é fruto das minhas inferências?

Quer dizer, eu sinto mesmo que as vezes sou uma velha chata. E para completar, estou ficando surdo. Não sei se tenho uma moral rígida ou sou displicente, o que sei é que há uma inversão de valor tremenda atualmente. Não prego Cristo de volta na terra, quando o tempo for certo, ele com certeza irá voltar. O que eu acredito é na valorização, ao meu ver simples e direta, das coisas que são proporcionadas à você sem nenhum esforço próprio.

E aqui que cabe o senso de virar moralista e chato. As pessoas valorizam isso mesmo? Será que perceber que um segundo, um minuto pode ser o diferencial? Pensar que aquilo que seu professor, pai, mentor falou pode ser a partícula, o bater de asas que vai mudar a direção das velas do seu barco? Um dia e uma vez, ouvi uma frase que não me recordo do autor(a) : Quem não preserva, não pode usufruir.  

Sabe, essa tática vazia e irônica de salvar as árvores e ao mesmo tempo fazer tanta merda na vida que, com muito sarcasmo, salvar uma árvore te dá o selo de pessoa boa. Será que nos livramos do que Bob Marley diz ? O que te faz escravo ? Sua mente ? Uma frase latente na minha cabeça é : Conseguir ver o palito no outro e não ver a viga prostrada nos nossos olhos. Essa lógica me drena energias.

E essa desvalorização ou quem sabe subvalorização do que nos é devido, estudo, família, a própria valorização, tudo em limites saudáveis, é absurda. Não se dá o valor que se dá mais a dinheiro. Dinheiro não é fim, dinheiro é meio. Dinheiro paga estudo como também paga roupa. Não é o quesito anticonsumo, é o quesito de valorizar cada um no sopesamento correto. O que é um investimento futuro, carreira/estudo ou uma bolsa?

O que não se percebe é que a mudança não vem de fora. Talvez isso seja o problema dessa geração, eu incluso. Esperar. Espera-se cair do céu, tudo. E não é um esperar trabalhoso, delongando o prazer para obtê-lo de uma forma mais intensa. É esperar tudo pronto. Sem contar as cópias que se vê no meio. O que não se percebe é que a ‘escravidão mental’ de hoje é mais densa do que se pensa.

É ver e não ver, é sentir o cheiro e identificar com o objeto errado, é ler livro sem ler o subtexto, é gozar e não ter orgasmo. Isso não é percebido pois existe a falácia de estar aproveitando a vida. Live fast and die young. Mas só se tem histórias tristes e de ‘ah, como poderia ser diferente’ com esse tipo de pessoas. O que não aceito é o direito de se arrepender por causa dessa filosofia.

Exemplo? “Ah, como eu queria que as coisas fossem diferentes e eu tivesse aproveitado tudo mais, estudado mais, ter feito mais exercícios, amado mais.” Onde estava tudo isso ? Ah, vivendo muito rápido. E, de fato, morreu-se muito cedo.

@1 year ago
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Simple as that

Simples. Simples como calçar os sapatos errados. Simples como caminhar e simples como respirar. O que na nossa frente não é simples? Tanta coisa e, mesmo assim, por erro de visão. Quando cada um em minha volta descobrir que, para um passo simples, simples assim será feito, o mundo vai ficar no mínimo, mais simples.

Não é lógica abstrata ou utopia. É simples. Tão simples quanto repetir a mesma palavra e perceber o quão ela é estranha. Simples. Tantas vezes repetimos a mesma situação e não percebemos. Por que ? Ué, é simples. Por que não podemos entender o quanto aquele fato está afetando nossas vidas. Quanto aquela calçada de concreto com as nossas pegadas estão se repetindo e se recriando e se repetindo, começando tudo de novo. 

Tão complicado e tão simples. Teria a vida graça se eu soubesse que o próximo passo não é igual ao de trás? E que se eu pudesse olhar para lá eu não saberia qual é o meu pé, seria simples até ? Que se eu soubesse do próximo passo, que não reserva desafios e sim obstáculos, correndo que nem atleta à jato, que dá pra ultrapassar. Como? Simples! Continuar correndo. Mas preferir ficar deitado e olhar o obstáculo, estancado, parado não vai mudar nada, isso sim não é simples.

E olhando as calçadas que marcaram o trajeto de toda essa maratona de obstáculos, eu penso que não faria sentido se não fossemos aquele cavalo que continua cavalgando só pela cenoura presa por alguém que está em cima das nossas costas. E, mesmo vendo todos os fios e sentindo o peso nas costas, continuamos brincando dessa brincadeira, por que ? Simples. Não teria tanta graça se não tivessemos “A” recompensa, a nossa própria cenoura. Ir por aí, sem ritmo, sem rumo, sem rima ou sem escudo, não é algo para se admirar. Precisamos desse símbolo, desse coisa tão difícil de se encontrar e, sim, simples.

Como se fosse cair com os sapatos amarrados errados quando criança e repetir o mesmo quando adulto. Caminhar rápido e respirar devagar. Em outras palavras, ver o palito de dente do vizinho e não ver a tora na frente do nosso olho. Tão complexo e .. tão simples. Coisas que não imaginamos saber e, epifanicamente, aparecem na nossa frente como se fossem a verdade mais antiga e mais mística que você já viu. Já sabia disso, por que você escreve de novo ? Simples.

Por que ainda não descobriu a saída de tanta simplicidade. Qual seria o grande medo de se ver numa prisão de simples e não de complexos? E que tudo depende de você, segurando uma bomba na mão, queimando, queimando, pensando em estourar na sua mão. Apenas pensando. Tem aquele negócio, as pessoas quando são asfixiadas por sacos plásticos nunca pensam em rasgar o plástico. Você pensou em assoprar o pavio ou entrou em pane com a bomba na mão ? É, eu também não havia pensado nisso. Eu estouraria sempre.

O complexo se torna simples quando se apaga o pavio da insegurança. Simples, né? Um dia, ainda hesitarei em ver a calçada com meus passos do outro lado da rua. Sempre será mais confortável pisar naquela forma já modelada dos meus pés. É, eu perderia toda a emoção de pisar pela primeira vez. O que estou fazendo desse lado agora? É fácil entender. Dando meus primeiros passos, é simples. 

Já dizia um filósofo, para começar uma caminhada de mil quilometros, é preciso dar o primeiro passo. Eu disse, era simples.

@1 year ago with 2 notes
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Racional

Tento ir aos céus mas encontro o chão. Florido, cheio de imperfeições que não demoram a serem sentidas pelos meus pés. Saudável é pisar com seus próprios, não sei se o faço agora. Cada vez sinto mais aquela gana de correr, abrir asas e decolar. O simples algoritmo dos super-heróis.

Que maldição ou que correntes eu devo quebrar para sentir a terra com meus pés ? Que caminho devo trilhar para não ser mais uma alma incompleta no meio de tantas abstrações e falsas feições? Como devo prosseguir se sinto que meu destino é parar nessa encruzilhada e olhar, olhar todos e tudo que passam. Para, quem sabe, daqui um tempo, escolher o caminho. 

Certo, de fato. Nem tudo pode ser contemplação. E não será. Só preciso de tempo para absorver fatos, idéias, maluquices em geral. Estabilizar mente e cérebro, música e vocal, mãos e movimento.

Agora ando a ver as carecas mais por cima. Um olhar reto, fixado no horizonte. Retidão que traz calvície para os pensamentos. De cima, muito mais belo que apenas fitá-los no fundo de seus negros olhos.

Uma fome, por tudo, que passa pelo diamante dos olhos, aquele prisma, tornando a luz em um arco-íris. Arco-íris este que dá alimento a alma, tarefa que não fazemos tão usualmente. 

Acorda com aquela luz de matar, mais um dia menos um café. Cigarro para fumar, hoje estou com a mente certa, direcionada para mudar. Tanta merda por aqui que nem sei mais o meu lugar.

Olho por cima dessas cabeças para não me travar. Sou a última esperança da minha mudanças, se não eu mais ninguém para alcançar. Irmãos sim, tudo bem. Mas se não me mover, vou ficar por aqui também.

@1 year ago with 2 notes
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"A cama é um oceano tranquilo onde se vive a preamar dos amantes. Alta liberdade de se entregar!"

O Sorriso Etrusco
@1 year ago
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“Porque você me faz sair da cama e dar um beijo no sol, mesmo que o dia esteja cinzento .. E depois, eu dirijo meu carro, só pensando em como a gente vai se encontrar no estacionamento e nossos sorrisos vão cruzar, aquela simplicidade de dois cúmplices .. Que guardam os segredos e que sabem que eles valem como chave do mundo”


@1 year ago
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